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BALNEÁRIO CAMPO BOM

     
   
  IMAGENS
Vista aérea
Balneário
Praia
Bosque
Rochas entre dunas
Imagem Nossa Senhora dos Campos
Visão da colina
Marco do Naufrágio
Lagoa Campo Bom
 

É o maior balneário de Jaguaruna com 9900 metros de orla marítima. Os seguintes loteamentos dividem o território: Campos Verdes, Campo Bom, Montreal, Catarinense, Albatroz, Navio Gravataí e Copa 70. A faixa litorânea é composta por areia plana com formação de pequenas dunas ao fundo fixadas por gramíneas e pinheiros.

 

Em áreas da região central do balneário percebe-se banhados formados pelo solo natural da região, destes descem pequenos arroios que formam lâminas d’água à beira-mar em tons avermelhados. Um bosque de mata de restinga ainda é preservado na área central do balneário, enquanto que nas demais áreas predominam campos cobertos com relva verde. Por este motivo, vem a designação do nome do lugar (Campo Bom). Para os veranistas, o mar de águas límpidas oferece boas condições de banho, acompanhadas pela vigilância de salva-vidas durante a temporada de verão.

 

A história deste balneário é outro ponto de destaque. Em suas águas já ocorreram vários naufrágios  causados principalmente por um traiçoeiro parcel (laje de pedra em auto mar). Localizada a cinco Km da costa, esta laje é conhecida como a pedra do Campo Bom. Neste local, naufragaram embarcações como o navio Rio Pardo, de Giuseppe Garibaldi. Após o naufrágio, ocorrido, em 15 de julho de 1839, Garibaldi e sua tripulação nadaram até a praia e caminharam até o local que hoje é conhecido como balneário Camacho. Ali tomaram outra embarcação, o Seival, no qual navegaram entrando pela barra do Camacho e indo até Laguna. Lá surpreenderam e derrotaram as forças imperiais, que os esperavam pelo mar, ocasionando o feito conhecido como a Tomada de Laguna.

 

Atualmente, existe um marco memorial indicando o local em que Garibaldi chegou. O marco fica próximo à associação de moradores no centro do balneário. Também merece destaque o naufrágio neste mesmo local, do vapor de guerra Pernambucana, em 1853, o navio alemão Sieglind, em 1893, e o cargueiro Gravataí, em 1972.

 

Entre as dunas, na área do loteamento Campos Verdes, próximo da divisa com o balneário Arroio Corrente, pode-se encontrar formações rochosas que são popularmente conhecidas como pedras vulcânicas. A cor avermelhada em meio as dunas oferece um contraste impressionante. Algumas partes chegam a alcançar três metros de altura. Na verdade a rocha é um arenito resultante do processo de cimentação com as dunas, tem origem sedimentar e não vulcânica.

 

Na região central, um mirante construído na colina do Morro da Cruz propicia a vista panorâmica de toda a orla e junto ao mirante está a imagem de Nossa Senhora dos Campos. No balneário há duas lagoas de água doce: a lagoa do Campo Bom, na região central, próxima a estrada geral e a lagoa Preta, localizada junto ao loteamento Copa 70, aos fundos da escolinha.

Na lagoa do Campo Bom é permitido a prática de esportes náuticos motorizados na parte profunda, sendo adequada para banhos no prolongamento junto a estrada antiga. A lagoa Preta, apesar de possuir uma coloração escura, é límpida e ótima para banhos.

 

 
COMO CHEGAR
Há três caminhos de acesso para chegar ao balneário, que se localiza a 15 km do centro. O acesso é pela rodovia BR 101 na divisa de Jaguaruna com o distrito de Morro Grande (Sangão). O segundo caminho parte da SC 442 na localidade do Arroio Corrente. Para quem vem no sentido centro de Jaguaruna em direção à praia, a entrada é no entroncamento à direita, após a subida do morro. O terceiro é a estrada que costeia a praia e interliga desde o balneário Torneiro até o balneário Nova Camboriú.

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